“Síndromes” do universo corporativo – A “síndrome” de Hardy ou da hiena Hardy Artigos, Empresas

pessimismo-comportamento

No texto anterior, a “síndrome” do sapo fervido, abordamos como as mudanças do ambiente onde estamos inseridos influenciam nossas vidas. ~

Assim sendo, é claro que nossas reações devido a estas mudanças podem ser as mais variadas, fazendo com que tenhamos diferentes tipos de comportamentos.

Um deles é o pessimismo crônico frente a tudo e a todos.

Por isso lembrei-me da hiena Hardy, a pessimista de plantão. Mas antes de falar dela, recordei-me de uma piada sobre a hiena.

Um professor de zoologia leva seus alunos ao jardim zoológico para que conheçam mais de perto os animais.

E lá ia o grupo passando por diversas jaulas. A cada uma delas, o o professor parava para explicar as características de cada animal.

Ao pararem em frente à jaula da hiena, o professor explica:

– A hiena é um animal que possui três características: ela se alimenta das próprias fezes, tem relações sexuais uma vez por ano e vive rindo.

Ao que um aluno de manifesta:

– professor, um animal que se alimenta das próprias fezes, tem relações uma vez por ano e vive rindo… Ri, mas ri de que?

Rir, sorrir ou gargalhar é um hábito das pessoas bem humoradas e que estão de bem com a Vida.

Bem ao contrário da hiena Hardy.

A hiena Hardy fazia a dupla com o leão Lippyem um desenho animado criado pela dupla Hanna-Barbera nos anos 60.

Hardy, como mencionei, era o pessimismo personificado. Vivia se lamuriando e fazendo previsões ruins sobre tudo. As frases que a caracterizavam eram:

– Ó, céus!

– Ó, vida!

– Ó, azar.

– Isto não vai dar certo!

Por outro lado, o leão Lippy era o seu oposto. Nunca desanimava frente às mais diferentes situações, via tudo com otimismo e ainda vivia dizendo:

– Calma. Tudo vai dar certo.

Bem, agora pare e veja se você identifica alguém no seu local de trabalho que se comporte como a hiena Hardy.

Provavelmente você encontrará alguém chorando, se lamuriando, reclamando de tudo e que vive repetindo algumas frases como:

– tinha que acontecer comigo

– sempre sobra pra mim

– só me dão a pior parte do projeto

– ninguém me reconhece

– não tenho sorte

– só os outros são promovidos

– ninguém me ajuda

E isto é muito ruim, pois uma pessoa assim pode “contaminar” seu ambiente de trabalho e, quando você procura lhe injetar um pouco de otimismo, certamente esta “hiena” vai lhe responder:

– Tudo bem. O problema é que…

E lá vem mais um rosário de coisas negativas, onde os culpados são o governo, o prefeito, o vizinho, Deus, ou o cachorro do primo de segundo grau da sogra de seu amigo que vive na África…, e por aí vai.

Atualmente a coisa está mudando.

Cada vez mais é menor o espaço para este tipo de pessoa no universo corporativo. Cada vez mais é menor o espaço para pessoas negativas, desanimadas, frustradas e que ´s enxergam o futuro como uma grande nuvem negra onde só choverá fracassos.

A este tipo de pessoa deve ser oferecido algum tipo de ajuda através de um acompanhamento psicológico ou psiquiátrico.

E, se mesmo assim, não houver mudanças e o ambiente continuar “carregado”, afaste-se da “hiena”, isole-a ou, na pior das hipóteses, demite-a.

Talvez a demissão possa funcionar como o melhor remédio para a pessoa (quem sabe ela acorda) e para o ambiente de trabalho.

Termino este texto com outra piada que mostra a diferença entre pessimismo e otimismo.

No sétimo aniversário de dois garotos gêmeos, o pai dá a cada filho uma caixa de presente.

O primeiro abre a caixa onde há um bilhete escrito: vale uma bicicleta.

O filho, indignado, vira-se para o pai e diz:

– Pô, pai! Não tinha coisa melhor para me dar? Uma bicicleta?! Por acaso passou pela sua cabeça que eu posso cair e quebrar um braço ou uma perna? Que eu posso ser atropelado?

O outro abra a caixa que está lotada de estrume.

Eufórico de alegria, vira-se para o pai e exclama:

– Legal, pai. Cadê o cavalo?

Fava Consulting – Qualidade de Vida Integral, sempre.

Luiz Roberto Fava

Autor: Autor: Luiz Roberto Fava

Especialista em Endodontia, palestrante de Qualidade de Vida Integral.

“Síndromes” do universo corporativo – A “síndrome” de Hardy ou da hiena Hardy
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Últimos Comentários

  1. Luiz Roberto Fava

    Aline, fico feliz que tenha gostado. Espero que goste dos outros textos que tratam de outras síndromes.

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